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Equipes da Prefeitura recolhem vários sacos de lixo com resíduos no Lago Aratimbó

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10 de fev de 2022 Agricultura e Meio Ambiente
Imagem Equipes da Prefeitura recolhem vários sacos de lixo com resíduos no Lago Aratimbó
Equipes da Prefeitura recolhem vários sacos de lixo com resíduos no Lago Aratimbó

Depois do desassoreamento concluído no final de janeiro, com a remoção de centenas de cargas de areia e sedimentos – o que mudou completamente o aspecto visual –, o Lago Aratimbó também está recebendo uma ação de limpeza.

Com apoio do Instituto Água e Terra (IAT), que cedeu uma embarcação, a equipe da Secretaria Municipal do Meio Ambiente está recolhendo diversos tipos de resíduos flutuantes, trazidos pelas chuvas ou dispensados por frequentadores. Máquinas e caminhões da Prefeitura também estão regularizando os taludes para posterior plantio de grama e recuperação da pista de caminhada que contorna a represa.

Desde que assumiu a administração municipal, o prefeito Hermes Pimentel tem dado atenção especial ao lago, um dos principais cartões-postais de Umuarama e local de grande visitação da população. “O local estava abandonado, sem receber limpeza e cuidados básicos, apesar de ser um dos pontos de encontro mais frequentados pelos umuaramenses nos fins de tarde e finais de semana”, disse ele.

“Com o apoio do prefeito, agora vamos realizar a manutenção básica com frequência e implantar uma série de melhorias para tornar o Lago Aratimbó ainda mais atrativo para a população”, acrescentou o secretário municipal de Meio Ambiente, Rubens Sampaio. Ele informa que na próxima semana será retomado o monitoramento da qualidade da água, por meio de análises laboratoriais, e para o dia 17, por volta das 9h, está prevista a soltura do primeiro lote de peixes nativos, em fase juvenil.

A Secretaria do Meio Ambiente Sobre está adquirindo cerca de 40 mil peixes – 12 mil piaus, 13 mil lambaris e 14 mil curimbas – para o repovoamento. “Inicialmente vamos soltar 20 mil exemplares de três espécies comuns nos rios da região (piau, lambari e curimba), diferentes das espécies exóticas existentes hoje no lago (tilápia e bagre africano)”, explicou o secretário. Os peixes restantes serão soltos gradualmente.

Sampaio fez uma solicitação importante à população. “Para manter a qualidade da água do lago, é essencial que somemos esforços para reduzir a poluição. Precisamos evitar jogar lixo em vias públicas, especialmente materiais que possam ser carregados pelas enxurradas em dias de chuva, que acabam parando no leito dos rios e no Lago Aratimbó”, apelou.

Além da areia que provoca o assoreamento, a represa se torna o destino de garrafas plásticas, brinquedos velhos, isopor, latas, copos descartáveis, sacolas e embalagens diversas. A parte flutuante pode ser retirada, mas os resíduos mais pesados vão parar no fundo do lago, causando poluição.

Após o repovoamento, a pesca no lago será proibida. “Não há análises recentes sobre a qualidade da água. Não sabemos se os pescados são próprios para o consumo. Além disso, precisamos dar um tempo para que o repovoamento tenha sucesso. Os peixes precisam se desenvolver até atingir a maturidade e isso levará alguns meses”, completou Sampaio.

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