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Com 30 mil m² de obras aprovadas, março aponta recuperação da construção civil

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6 de abr de 2022 Obras, Planejamento Urbano e Projetos Técnicos
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Com 30 mil m² de obras aprovadas, março aponta recuperação da construção civil

Após um início de ano com volume bem abaixo da média histórica, a construção civil de Umuarama deu fortes sinais de recuperação em março, com a aprovação de mais de 30 mil m² de projetos para novas construções, reformas e ampliações. Nos últimos 10 anos, tomando-se os meses de março, o volume só não foi maior que o registrado em 2015 – quando a Prefeitura autorizou pouco mais de 40 mil m² de obras.

A relação de projetos aprovados foi apresentada nesta quarta-feira, 6, pela Diretoria de Planejamento Urbano do município. Conforme o diretor responsável, Antônio Carlos Lavagnini, foram liberados exatos 31.104,77 m² de obras – superando o acumulado entre janeiro (8.187,77 m²) e fevereiro deste ano (12.629,80 m²).

“Janeiro é um mês em que a aprovação de projetos costuma oscilar bastante. Entre 2013 e 2022, o primeiro mês do ano variou entre 5,7 mil m² (em 2018) a até 26,4 mil m² (2014). Neste ano, o baixo volume também pode ser atribuído ao recorde de projetos aprovados em dezembro de 2021 (40 mil m²), que foi o melhor mês do ano para a construção e o melhor dezembro dos últimos 10 anos”, explicou o diretor.

Apesar da média do primeiro trimestre deste ano – que foi de 17.307,45 – estar ainda um pouco abaixo da média anual dos últimos anos (em torno de 22 mil m²), o cenário é visto com otimismo para o setor, na avaliação do prefeito Hermes Pimentel.

“Teremos grandes projetos habitacionais a serem lançados em 2022. Por parte da iniciativa privada, a confiança está se recuperando após dois anos de pandemia que causaram grande impacto econômico. Acredito que teremos um ótimo ano na construção civil, com geração de muitos empregos, diversos empreendimentos públicos e privados e grande movimentação no comércio e na prestação de serviços, afinal o setor imobiliário é um dos principais motores da nossa economia”, afirmou Pimentel.

A opinião é compartilhada pelo diretor de Obras. Ele lembra que além de tudo que o prefeito mencionou, a construção civil também movimenta o comércio de móveis, eletrodomésticos, decoração, materiais elétricos, câmeras de monitoramento, comunicações e outros. “O setor é o centro de um sistema amplo de serviços que fazem a economia girar, garantindo empregos – são mais de 5 mil diretos –, divisas para o município e desenvolvimento”, completou Antônio Lavagnini.