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  • 10/08/2019
  • Alunos de Santa Eliza aprendem a fazer compostagem e criam horta
  • Categoria: Educação
  • Um projeto envolvendo 12 alunos do 4º ano da Escola Municipal Carlos Gomes, do distrito de Santa Eliza, inscrito no Programa Agrinho 2019, vem obtendo resultados surpreendentes. As crianças se envolveram na criação de uma horta e a produção de verduras está ajudando a mudar os hábitos alimentares dos colegas.

    O tema do Concurso Agrinho neste ano, conforme o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-PR), é “As coisas que ligam o campo e a cidade e nosso papel para melhorar o mundo”. As categorias são “Desenho”, para alunos do 1º ano do Fundamental e alunos com necessidades especiais (dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no desenvolvimento); “Redação”, para alunos do 2º ao 9º ano da Rede Pública de Ensino; e “Experiência Pedagógica”, para professores da rede pública, objetivando o relato de experiências no desenvolvimento do Projeto Agrinho com os seus alunos. Também há categorias destinadas a escolas, prefeituras e núcleos regionais de educação.

    A professora Mariana Emília Salesse Salgado disse que a proposta é ajudar o aluno a entender a ligação que existe entre o meio rural e a cidade, ajudando a melhorar a sua comunidade com temas relacionados, como a sustentabilidade. “Após a apresentação do projeto, os alunos questionaram se a nossa escola é sustentável. Foi quanto percebemos que restos de alimentos usados na preparação da merenda poderiam ser aproveitados e veio a ideia da compostagem”, explica a professora.

    A secretária municipal de Educação, Mauriza Gonçalves de Lima Menegasso, explicou que neste momento entrou em cena o agrônomo Anderson Cleiton Quinaia. “Tivemos o apoio da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, que liberou o agrônomo para orientar o projeto e instruir as crianças sobre a produção de compostagem, que depois foi utilizada para fertilizar a terra usada nas hortas. O resultado foi impressionante”, destacou.

    A ideia da horta surgiu após o início da compostagem. “O pessoal queria saber o que seria feito com o material, então visitamos propriedades rurais, conhecemos a produção de hortaliças no distrito e decidimos fazer o nosso cultivo orgânico – sem adubos químicos nem agrotóxicos –, sempre com as orientações do engenheiro agrônomo Anderson, um grande parceiro do projeto”, continuou Mariana.

    Outro destaque foi o envolvimento das crianças, que se assumiram praticamente todas as etapas da produção, desde o preparo da terra, o cultivo, o manejo e a colheita. “Eles vinham regar as plantas todos os dias e viram de perto o desenvolvimento”, acrescentou a professora.

    “Foi interessante ver o orgulho com que cuidavam das plantas. Cultivaram salsinha, cebolinha, rúcula, couve e alface, e tudo foi incorporado à merenda escolar. Crianças que não comiam salada passaram a ingerir as verduras porque sabiam que elas eram produzidas aqui na escola, melhorando a alimentação”, acrescentou a diretora Josieli Cristina Brizzi, ao lado da coordenadora Rosicler Agostinete Salesse.

    RESULTADOS

    As alfaces ficaram enormes e ganharam destaque nas redes sociais. A rúcula já está quase na terceira colheita e os temperos verdes, abundantes, foram incorporados ao preparo dos alimentos pelas merendeiras. “Apenas a couve ainda não chegou ao ponto de colheita, mas as crianças não veem a hora de saboreá-las”, comentou a professora.

    Além da participação no Concurso Agrinho, a secretária da Educação destaca que o projeto atende vários objetivos. “A equipe fez um seminário e discutiu sustentabilidade, compostagem e alimentação saudável com toda a escola, espalhando os conhecimentos adquiridos no projeto. Além disso, também foi trabalhado o lado pedagógico, com as crianças envolvidas num processo em que é necessário dedicação e também paciência, para esperar as coisas acontecerem no seu tempo. Essa expectativa e o tempo de espera são muito saudáveis no desenvolvimento do aluno”, completou Mauriza Lima.

     

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