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  • 26/04/2019
  • Alta demanda de pacientes amplia tempo de espera no PA
  • Categoria: Saúde
  • O Pronto Atendimento Municipal (PA) vem registrando crescimento na média diária de pacientes e com isso a espera pelo atendimento tem se estendido em alguns momentos. Apesar do aumento no número de médicos – agora são três clínicos gerais e um pediatra no plantão noturno, que tem maior movimento – em alguns dias a espera tem se prolongado.

    O enfermeiro Anderson Luís Candiani, coordenador do PA, explica que na maior parte do tempo o atendimento é rápido. A dificuldade acontece geralmente no início da noite, quando as Unidades Básicas de Saúde (UBS) já encerraram o funcionamento. “O Pronto atendimento recebeu uma série de melhorias, nos últimos meses, tanto em estrutura quanto em equipamentos e quadro pessoal, porém a demanda aumentou em uma escala ainda maior. Muita gente deixa de agendar consulta na sua UBS para buscar o atendimento imediato do PA e com isso divide espaço com pacientes que enfrentam situações de urgência e emergência, que são a prioridade”, explicou.

    Com a implantação de classificação de risco – uma avaliação prévia que determina e prioriza atenção aos casos mais urgentes – pessoas com problemas mais leves passaram a esperar mais tempo, quando o movimento aumenta na unidade. “Grande parte dos casos atendidos no PA é classificado com a cor verde (definidos como pouco urgentes, para atendimento preferencial nas UBS). Mais de 80% dos atendimentos se enquadra nesta classificação, enquanto os restantes são de fato urgentes (amarelo), muito urgentes (laranja) e emergência (vermelho)”, explica o enfermeiro.

    Em março foram realizados mais de 7 mil atendimentos, dos quais em torno de 1 mil eram de fato urgência e emergência. “É esta compreensão que pedimos à população. Consulta médica e atenção de especialista são atribuições do posto de saúde. No PA existe a classificação de risco, que é feita por enfermeiros treinados e qualificados para a avaliação. Mesmo que o caso seja classificado como pouco urgente o paciente será atendido, porém é necessário paciência porque pacientes em situações mais graves terão a prioridade”, reforçou a secretária municipal de Saúde, Cecília Cividini.

    Conforme recomendação do Ministério da Saúde, casos considerados não urgentes devem ser encaminhados para atendimento na unidade básica de saúde mais próxima da residência do paciente, para a respectiva equipe de Estratégia Saúde da Família (ESF) – queixas crônicas, resfriados, contusões leves, escoriações, dor de garganta, ferimentos que não requerem sutura e outros. “Mesmo assim o PA tem atendido todos os casos que chegam, por isso os números são tão expressivos. Em março tivemos média de 228 atendimentos por dia, dos quais cerca de 40 foram qualificados como urgência e emergência”, acrescentou Anderson Candiani.

    MUDANÇA

    Em pouco tempo o Pronto Atendimento Municipal vai mudar de endereço e ocupará uma nova estrutura em construção nas antigas instalações do Posto de Saúde Central (Avenida Dr. Ângelo Moreira da Fonseca, próximo do Consórcio Intermunicipal de Saúde – Cisa Amerios). A obra foi iniciada no final de 2018 e a expectativa de execução é de seis meses. Se o ritmo não for prejudicado, o novo PA será entregue no aniversário da cidade, em junho.

    A nova unidade atenderá a população dia e noite, em casos de urgência e emergência. Haverá classificação de risco e apenas os casos mais graves serão encaminhados para os hospitais de plantão.  O PA, cuja construção é uma parceria do município com a Universidade Paranaense (Unipar), receberá o investimento de R$ 2,9 milhões e vai funcionar 24h/dia.

    Após as adequações e ampliação, o prédio terá 1.326,91 m² com novos equipamentos, equipe ampliada e toda a estrutura para prestar um atendimento de excelência à população. Além de melhorar a infraestrutura e dar mais conforto à equipe e usuários, a mudança representa economia com o aluguel que deixa de ser pago – cerca de R$ 185 mil anuais, que poderão ser investidos em mais serviços na área de saúde.

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