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  • 31/01/2018
  • Estaqueamento da Ponte do Parque Laranjeiras exige sistema especial
  • Categoria: Obras, Projetos Técnicos e Planejamento Urbano
  • A construção da nova ponte sobre o Córrego Pinhalzinho, no Parque Laranjeiras, iniciou mais uma etapa nesta terça-feira, 30. A empresa contratada pela Prefeitura para executar a obra começou a escavar o solo para fixar as cerca de 90 estacas, que darão sustentação à ponte. O secretário de Obras, Planejamento Urbano e Projetos Técnicos, Isamu Oshima, visitou o canteiro de obras e explicou que pela primeira vez o município está utilizando a concretagem das estacas durante a perfuração.

    De acordo com o secretário, o terreno onde a ponte será erguida é muito instável. “O solo é muito frágil, além de encharcado pelo grande número de nascentes. Por isso, estamos utilizando o sistema de hélice contínua com monitoramento e preenchimento instantâneo com concreto usinado. A ferragem também é implantada imediatamente após a concretagem. Serão cerca de 90 estacas com até 8 metros de profundidade. Esse tipo de fundação é necessário para garantir a firmeza e durabilidade da ponte. Queremos resolver esse problema de uma vez por todas”, disse Isamu.

    O secretário explicou que a ponte terá 13 metros de comprimento, por cerca de 11,40 m de largura e pouco mais de 4 m de altura. As alas terão um pequeno grau de inclinação de forma a proteger o aterro, que em boa parte será preenchido com pedras (rachão). Ela terá 8 m de faixas para o trânsito de veículos e passagem segura para ciclistas e pedestres – dois passeios protegidos de 2,25 m em cada lado da estrutura e, quando concluída, restabelecerá a ligação entre a Rua das Azaleias e a José Balan, bloqueada desde novembro passado.

    “Será uma nova estrutura, reforçada e adequada ao volume de água que corta o bairro nos dias de chuva forte, bem como ao fluxo de veículos e pessoas que fazem a travessia pelo local, diariamente. Estamos empregando recursos próprios na obra e a previsão é que ela seja entregue entre o final de abril e o início de maio”, acrescentou Isamu Oshima. O orçamento foi corrigido para R$ 620 mil, diante das dificuldades técnicas apresentadas. Além das fundações e construção das alas, a ponte terá 18 vigas de concreto cedidas pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER).

    A antiga travessia foi destruída pelo grande volume de água pluvial escoada para o córrego, durante as fortes chuvas do final do ano passado, e ruiu no início de 2018. A estrutura suportou por muitos anos as águas que escoam junto ao córrego, mas com a expansão urbana e a crescente impermeabilização da cidade (pavimentação de vias públicas e construções, que reduzem constantemente a área para absorção das precipitações), o volume aumentou e começou a afetar os aterros. “O vão para o córrego terá cerca de 4 m por 12 m de largura, com alas bem alongadas para absorver a velocidade e a força das águas”, completa o prefeito Celso Pozzobom, que também tem acompanhado de perto as obras.

     

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